Minimalismo: coisas de que me desfiz e práticas que abandonei

Há alguns anos estou em um processo de reduzir as obrigações da vida, especialmente aquelas que não deveriam ter tanta importância ou ocupar tanto esforço físico e mental.

Por exemplo, acho terrível ter a obrigação de fazer aquela faxina semanal enorme em casa, que faz com que a gente termine o dia exaustos e querendo fuzilar quem pisa de sapato no chão em que acabamos de passar o pano.

Desde mais jovem, quando precisava ajudar minha mãe nessas faxinas, já fazia a contragosto. Na época, a casa toda era de carpete e eu tenho lembranças de estar ajoelhada no chão esfregando-o com escova e Varsol. Misericórdia! Acho que isso ficou no meu subconsciente e fez com que eu passasse a louvar o porcelanato, que hoje transforma meu apartamento em uma extensão da Antártida nos dias mais frios.

Nesse processo de reduzir coisas e afazeres mirando o minimalismo, acho que já avancei bem, mas quero simplificar mais porque ainda é comum eu me perder na minha bagunça de objetos pequenos, roupas e sapatos.

Hoje, por exemplo, o que mais me assombra é a cadeira cheia de roupas numa pilha que vai crescendo diariamente. Sempre que vejo essa cadeira cheia, lembro que preciso tirar umas horas pra separar, lavar, dobrar e guardar. Aí vou adiando a tarefa e a pilha continua a se desenvolver.

Para me incentivar a continuar nesse processo de redução e simplificação, fiz uma lista de coisas que eu já não tenho e tarefas que não faço, assim me animo a progredir e deixo um registro para a posteridade. Tem avanços que a gente faz na vida mas não percebe a evolução porque os passos são miúdos, o que nos faz ter a impressão de permanecer no mesmo lugar.

Faça uma reflexão sobre em que estágio você estava há uns 2 ou 3 anos, em certo aspecto da vida, e encontrará progressos em relação ao patamar em que está hoje!

O que eu não tenho

Filhos

Obviamente isso não é uma decisão material (depois escrevo mais sobre a minha escolha por não ter filhos), só quis dizer de forma mais resumida que, por não ter crianças, não tenho acessórios ou móveis de bebês, brinquedos, roupas etc.

Mas é perfeitamente possível ser minimalista com filhos. Aliás, a maioria dos bloggers minimalistas que acompanho têm crianças, um deles inclusive tem 6!

Paciência

Isso foi o que mais me motivou a reduzir coisas e tarefas em casa e na vida. Não gosto de perceber que estou dedicando tempo a uma tarefa que poderia não existir, e que esse tempo poderia ser melhor aproveitado, até mesmo para fazer um monte de nada.

Na verdade, progredir no minimalismo vai me ajudar a ter mais paciência na vida, por ter mais tempo e menos entulho fazendo volume na mente e no espaço.

Carro e seus acessórios

Não tenho habilitação e isso nunca me interessou ou incomodou. Quando fiz 18 anos, cheguei a fazer todo o processo da autoescola com aulas, exames teórico e psicotécnico (naquela época não existia o simulador) e marquei a prova prática.

Mas como fazia faculdade, a prova prática caiu bem no dia de uma atividade externa do curso, e eu não podia faltar senão reprovaria a matéria. Faltei na prova da autoescola e a remarquei. E não é que aconteceu de novo? Como eu já estava no último ano da faculdade, resolvi deixar pra depois, mas acabei não retomando por desinteresse mesmo.

Sempre fiz tudo à pé (preferencialmente), de ônibus ou metrô, e quando preciso fazer algo que precise usar carro, meu companheiro aluga esses de aplicativo ou de locadoras mesmo. Nos últimos dois anos, isso aconteceu uma vez a cada três meses, mais ou menos.

Moto e seus acessórios

Tenho um certo pavor de moto, então se não tive interesse pela habilitação de carro, de moto nem pensar.

Batedeira

Depois de casar, que foi quando minha rotina doméstica começou de verdade, fiz um único bolo “complexo”, num aniversário de J. Pra nunca mais. Essa coisa de separar ovos, colocar farinha aos poucos, medir quantidades exatas e confeitar, defitivamente não é pra mim.

O bolo até que ficou bom, mas fico mais à vontade com comida salgada, em que eu posso colocar “um punhado disso”, “duas mãozadas daquilo”, tudo à olho e à gosto. Quando me dá aquela larica de doce, acabo fazendo meu brigadeiro vegan, que é quase um mingau de Maizena e chocolate em pó e acho delicioso.

Chaleira

Pela minha rotina de cozinha, a única coisa para que esquentaria água seria pra fazer chá, mas posso usar uma panela pequena. Não tomo café, e mesmo que J. tome, ele toma o instantâneo com leite.

Pra fazer comida não uso água fervente porque não noto diferença no resultado entre usar quente ou fria. Pela praticidade, uso fria mesmo, e o arroz permanece soltinho.

Leiteira ou caneca de ferver leite ou água

Não tomamos leite de vaca, apenas vegetais (de soja, de castanhas, aveia, arroz, coco etc) e que não fervemos. J. toma o leite apenas com café ou achocolatado e aquece seu copo no microondas, e eu, na maioria das vezes, tomo o leite em vitaminas geladas.

Quando é pra fazer mingau, aqueço em panelinha no fogão ou no microondas também.

Panela elétrica de arroz

Comprei em uma época que achei que ela seria uma revolução de praticidade na vida, mas não foi. Minha bancada de cozinha era apenas a da pia, muito pequena para manter a panela na tomada e, ao mesmo tempo, usar a área da torneira e da tábua com os alimentos picados pra irem pro fogão.

Eu ficava irritada com tudo apertado e sentia preguiça de pegá-la pra usar. Depois de tanto tempo encostada, doei para a cunhada.

Máquina de pão

Essa nem era minha, na verdade. A sogra emprestou porque não estava usando (quem é que realmente usa, hein?) e eu fiquei animada a fazer pão caseiro toda semana. Também não rolou. Ora eu esquecia de comprar fermento, ora esquecia a própria farinha.

Apenas J. come pão, no café da manhã, e o tamanho do pão que saía da máquina durava uns 4 ou 5 dias, mas já no terceiro estava duro e seco. Coisas frescas são assim mesmo! Ainda estou tentando achar um modo prático de fazer pão saudável em casa sem desperdício.

Fritadeira elétrica

Na verdade, a única panela elétrica que tenho é a de pressão, porque meu fogão é de indução e as panelas de pressão convencionais, de preço acessível, não funcionam nele. A elétrica custou menos do que uma panela que fosse adequada para o fogão de indução.

Sobre a fritadeira, raramente faço fritura porque tenho medo do óleo espirrando, então por isso acabamos comendo menos coisas como batata frita e mais cozidos e assados, que acho até mais gostoso. Não pense que sou saudável porque, fora de casa, é outra coisa!

Secadora de roupas

Pra não roubar nesse jogo, honestamente, tenho uma máquina que seca roupas, mas é a mesma que lava. Minha lavanderia tem 2 passos de largura, dessas que são a extensão da cozinha em formato de corredor.

Ela só tem o espaço do tanque e da máquina de lavar ao lado, grudada mesmo. Antes eu tinha uma máquina de lavar roupas com abertura por cima e, por isso, não podia aproveitar bem o espaço acima dela na lavanderia com bancada ou prateleira.

Depois da reforma que fiz no apartamento, queria que a cozinha tivesse uma bancada de pedra que fosse até o final da parede, então a mesma bancada tem a pia de cozinha e o tanque.

Para que isso fosse possível, troquei a máquina pelo modelo de abertura frontal, que pôde ficar sob a bancada. Esse modelo é lava e seca, mas raramente uso a função de secar porque gasta energia e não tenho pressa de pegar a roupa seca.

Só uso naqueles dias que chove e está frio, quando a roupa demora tanto pra secar no varal (que fica no meio da sala), que fica com aquele cheiro ruim de umidade e precisa ser lavada de novo.

Chapinha de cabelo

Como não uso mais o cabelo liso e ele é bem curtinho, a chapinha perdeu a serventia.

Cafeteira

Como disse antes, J. toma seu café instantâneo e não há quem o faça mudar de ideia. Por saúde, gostaria que ele usasse aqueles filtros de pano pequenos, que preparam uma xícara de café por vez. Assim, poderia comprar pó ou mesmo grãos orgânicos e de melhor qualidade.

Torradeira

Ganhamos de presente de casamento, mas também conto nos dedos as vezes que a usamos. Estava só ocupando espaço no armário e então doamos.

Aparelho de som para CD / rádio

Gosto de ouvir as mesmas bandas e músicas, sempre. Tenho uma variedade grande delas em CDs que passei para o iTunes e o iTunes Match (que sincroniza as coisas do iTunes em todos os seus dispositivos).

Ouço música o dia inteiro, quer seja no percurso de casa-trabalho-casa, na academia, no próprio trabalho e em casa. Só em casa é que não uso fones de ouvido, e coloco pra tocar direto do celular ou na SmarTV, pelo Youtube.

Aparelho de DVD

Apesar de ter conservado uma variedade de DVDs de filmes e séries, a maioria de J., eles ficaram só como itens de coleção mesmo, porque até quando tínhamos o aparelho de DVD nós não assistíamos ao que temos, afinal, já vimos uma ou duas vezes cada um.

Como nossa preferência é por filmes e séries inéditos, doamos o aparelho de DVD e mantemos uma assinatura da Netflix.

Álbum impresso de casamento

Isso deu polêmica na família. Como sou designer, combinei com o fotógrafo do casamento que me enviasse as fotos, quando prontas, que eu mesma iria diagramá-las num álbum para imprimir de maneira personalizada em gráfica.

Você terminou o álbum? Porque eu não. Isso foi em 2008, a família cobrou por uns poucos meses e depois esqueceu. E nós também, e nem ligamos, porque as fotos digitais existem e podemos olhá-las a qualquer momento, sem ter um trambolho que precisa ser guardado com cuidado pra não estragar.

No fim, foi ótimo não fazer o álbum!

Aparelhos grandes de ginástica

Já tive um mini trampolim de jump e uma bicicleta ergométrica. Um virou sapateira e, a outra, cabide. Não tenho disciplina pra usar equipamentos em casa, e o máximo que faço são exercícios funcionais, como flexões, abdominais, agachamentos, chutes e polichinelos.

Hoje frequento uma academia (não com a assiduidade que gostaria), e quando dá saudade dos exercícios do muay thai, que parei por um tempo, os faço em casa. Mas tudo só com a força e o peso do corpo mesmo.

Outra coisa ótima é aproveitar as escadas do prédio pra subir e descer umas tantas vezes.

Cadeiras de praia e guarda sol

Não viajo com frequência e, quando vou, não necessariamente é à praia. Sempre prefiro que seja, porém, gosto de conhecer lugares novos que, geralmente, são distantes para ir de carro e justificar levar os acessórios de praia.

Ano passado, por exemplo, fui para Florianópolis, de avião, e zero condições de pagar extra de bagagem só pra levar cadeira, cooler e guarda-sol. A gente leva canga e toalha mesmo e, quando necessário, alugamos um guarda-sol.

Mesa de jantar e suas cadeiras

Nessa reforma que fizemos no apartamento, levamos os móveis para um storage. Terminou a reforma, vida voltou ao normal e nada de sentirmos falta da mesa, que já era pouquíssimo usada pra refeições.

Jantamos e almoçamos no sofá e pufes, e quando vamos receber a família pra almoçar, pegamos emprestado as mesas e cadeiras dobráveis do salão de festas. Isso não acontece nem 4x no ano, porque mais vamos à casa deles do que eles vêm à nossa.

A sala ficou muito espaçosa sem esses móveis e aproveito o espaço para deixar o varal de roupas. Os gatos adoraram ter essa área livre pra passar correndo e se estirarem no chão pra tomar sol.

Jogo americano e caminho de mesa

Com a ausência da mesa de jantar, os que tinha viraram pano de prato, de limpeza ou de chão, colocados nessa ordem nessas novas funções. Quando muito ruins para panos de prato, viram de limpeza e, depois, de chão.

Box no banheiro

Aqui era um inferno de limpar. O banheiro, a princípio pequeno com o box, tem o chuveiro do lado esquerdo da porta de entrada, então o box era um quadrado num dos cantos do cômodo, ocupando pouco mais da metade da largura, e a entrada no chuveiro era de quina. Terrível.

Com a reforma, retiramos o box e não quisemos mais colocar. O banheiro ficou perceptivelmente muito maior, com uma sensação de mais liberdade para tomar banho, sem a caixa estreita de vidro sufocando a gente.

Cortinas

Moro no décimo andar, com dois outros prédios como vizinhos, cada um em uma janela. Um não tão próximo, o outro a uma casa de distância. Privacidade seria o único motivo pelo qual eu colocaria cortinas nessas janelas, mas a circulação por esses cômodos em trajes que precisem de privacidade são ínfimas e não justificam o investimento.

Gosto muito da entrada de luz e sol e não colocaria cortinas para suavizar isso. Quando as tínhamos, estavam sempre erguidas e abertas justamente para a entrada de luz, então quando estragaram (gatos) não as repusemos.

Vasos ou jarras de enfeite, que ficam vazios

Com 4 gatos em casa é impossível ter objetos quebráveis soltos por aí. Eles sentem prazer em derrubar as coisas de lugares altos e, quando saem correndo pelo chão, também são bem desastrados.

Pijama

Desde muito jovem, nunca liguei muito para ter uma roupa que só servia para dormir. Geralmente pego uma camiseta limpa qualquer e vou usando para dormir até que precise colocar pra lavar.

São roupas normais, com que também saio de casa quando não estão nessa função de usar para dormir.

Velas aromáticas

J. inventou de comprar velas aromáticas certa época para disfarçar o cheiro das caixinhas de areia dos gatos, que ficam na varanda e que era próxima à área do sofá na sala.

As velas não só não funcionaram como também descobrimos que uma das gatas é alérgica a certos cheiros e começava a tossir quando alguma estava acesa.

Hoje o sofá está do outro lado da sala e aquela área fica vazia. Também usamos outro tipo de areia que neutraliza bem os odores.

Manuais impressos de eletrônicos e eletrodomésticos e suas caixas

Eu guardava manuais de aparelhos domésticos até que expirasse o período de garantia, e como todos já venceram, os manuais foram para o lixo.

Grill tipo George Foreman

Acho que ganhei de presente de casamento e posso contar nos dedos de uma mão às vezes que usamos. Meu modelo era o pequeno, com aquela inclinação do grill para coletar a gordura que escorre da carne.

Como sou vegetariana e J. não come carne vermelha, o utensílio perdeu sua relevância por aqui.

Cremes de tratamento para o cabelo

Desde que abandonei a escova progressiva e o botox, fiquei adepta do low poo (uso de produtos mais leves, sem sulfato, petrolato ou corantes).

Apesar de tingido (preto azulado), meu cabelo respondeu muito bem aos shampoos mais “limpos” e só uso isso e condicionador. Quando preciso de uma hidratação, uso óleo de coco ou máscaras caseiras naturais, à base de frutas.

Acessórios de cabelo

Como são bem curtinhos, não tenho elástico, piranha, bico de pato ou qualquer outro prendedor. Uma época tentei usar lenços, presilhas e tiaras mas não acostumei, me sinto incomodada e prefiro ele sem nada mesmo.

O que eu não faço

Maquiagem

Nunca tive o hábito de me maquiar diariamente, apenas em algumas das vezes que saio à noite. Não faço porque não sei e também porque não ligo. Na maioria das vezes gosto da aparência da minha pele limpa, mas para quando não gosto, uso a única base que tenho, que também é um tratamento cosmético.

Além da base tenho um lápis de olho, uma máscara de cílios (que deve estar vencida, preciso ver), uma sombra, um pó e um batom. Desde o início do ano, usei essas coisas apenas uma vez, então quando acabarem ou estragarem, não comprarei novas.

Decoração temática em casa

Nunca tivemos o hábito de montar árvore de Natal ou de enfeitar a casa para aniversários, dia dos namorados ou qualquer outra data.

São coisas que nossas mães sempre fizeram mas que não nos despertou a vontade de adotar o hábito para nossas vidas.

Comer carne ou ovos

Deixei de comer carne e ovos pelos animais, e isso só traz benefícios, tanto para a saúde e o meio ambiente, quanto para o bolso e a praticidade do dia a dia.

Sem preparar carne, eu não preciso ter certos tipos de panela (como chapas e grelhas) e utensílios (como martelo, cutelo, espeto, pegador, moedor etc).

O mesmo para os ovos, pois não preciso de acessórios de preparo (fouet, forminhas de fritar, recipientes de cozinhar) e de servir.

Pentear o cabelo

Pode parecer mega estranho, mas esse é um sonho que eu alimentava desde criança. Meu cabelo é ondulado com forte tendência a cachear (dependendo do corte e de quando durmo com ele molhado) e pentear o cabelo sempre foi um tormento na minha vida.

Ele ficava cheio de frizz, super armado e eu achava que perdia minha identidade. Uma época comecei a fazer escova progressiva e botox na intenção de mantê-lo arrumado com mais frequência, mas também sentia que não estava sendo eu mesma e nem me respeitando.

Então resolvi parar de fazer tudo isso. Inclusive de pentear. Meu corte de cabelo oscila entre o pixie e o short bob já há alguns anos, sem pente ou escova.

Só o que faço é soprar o secador pra poder secar mesmo, ajeitando com os dedos, sem grandes esforços pra modelar porque não tenho jeito e nem paciência.

Passar roupa

Tenho lembranças da minha mãe tirando um dia do mês pra passar as roupas de todo mundo da casa, especialmente as camisas e calças sociais do meu pai. Era uma montanha de roupa e ela ficava, literalmente, o dia inteiro em pé fazendo isso.

Quando casei, achei que era assim que eu tinha que fazer também, e na primeira vez, eu não fiquei só o dia inteiro passando, mas também A NOITE inteira. Sou muito lenta e não me acertei com a tábua de passar.

Nessa época eu queria passar tudo, das calcinhas à etiqueta das toalhas de banho, incluindo panos de prato. Que horror! Combinei com J. que cada um passaria sua própria roupa, assim me livrava da responsabilidade de estragar uma camiseta ou calça dele.

Deu tão certo que hoje a gente não passa quase nada. Camisetas são dobradas quando saem do varal e aí desamassam num nível que julgamos aceitável usar sem passar.

Quando preciso de roupas novas, tento lembrar de comprar as de tecido que dispensam o ferro.

Usar sapato de salto

Só uso em ocasiões como casamentos e outras festas formais, o que já são mais raras de acontecer no meu convívio social.

Os sapatos que tenho pra isso são remanescentes da época em que eu trabalhava em ambiente corporativo, e como eu só os usava dentro do escritório, que era acarpetado (para ir pra rua eu colocava tênis), eles estão como novos.

Estou anunciando alguns para vender porque estão realmente muito conservados.

Usar roupa social

Uma das (poucas) alegrias de ter o próprio negócio é poder vestir o que eu quiser.

Não poderia me importar menos com tendências de moda e roupas estruturadas e extravagantes no dia a dia. Meu estilo é básico, jeans, Converse, moletom e camiseta (geralmente preta, branca ou cinza).

Como caminho muito, conforto é essencial.

Usar roupas, sapatos e acessórios feitos de animais

Ainda não sou vegana na alimentação mas tento trazer as práticas para o estilo de vida também.

Mesmo que um dia eu consiga adotar, de vez, uma alimentação plant based, não sei se me definirei como vegana porque há coisas na minha vida que não são, como o remédio que tomo diariamente para o funcionamento da tireoide.

De qualquer forma, faço o que posso e me esforço pra dar um novo passinho a cada dia, como ter abandonado o uso de itens como pincéis com cerdas animais, sapatos de couro, roupas de seda, lã e cashmere, travesseiro e edredom de penas etc.

Fiz essa lista para, no futuro, me lembrar de como essas coisas existiam em casa e não fizeram falta terem desaparecido.

Se você estiver lendo isso também, veja se algum desses objetos e práticas também pode ser retirado da sua vida, aposto que vai adicionar mais praticidade aos seus dias!

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